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Paredes: Idéias criativas!

Um pequeno detalhe pode dar um charme todinho especial na sua casa!

Listras: Faça diferente!

Listras e detalhes decorativos nas paredes dos comôdos podem dar uma cara total diferente e moderna para sua casa!

Cozinhas

Beleza e praticidade fazem das cozinhas de hoje um diferencial!

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Como combinar cores para nao ficarem enjoativas e dar o charme que se precisa!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mauro Mariani e Ronaldo Benedet vão em busca de respostas sobre o projeto “Minha Casa, Minha Vida”


Os deputados federais de Santa Catarina, Mauro Mariani e Ronaldo Benedet, ambos do PMDB, e os deputados Hugo Motta (PB) e Raimundão (CE), estiveram hoje, dia 02, na Caixa Econômica Federal, em Brasília, para buscar novas informações sobre o projeto do Governo Federal "Minha Casa, Minha Vida". Os parlamentares foram atendidos pelo superintendente nacional de repasses, José Carlos Medaglia, o qual informou que a CAIXA estava perdendo o controle do projeto, por isso ocorreram mudanças.
"As novas exigências da CEF (Caixa Econômica Federal) não foram para atrapalhar o processo, pelo contrário, precisávamos colocar um ‘freio’, só tentamos cortar o excesso, pois várias casas estavam sendo construídas sem fiscalização e sem estrutura adequada", destacou Medaglia.
Com o objetivo de evitar problemas construtivos e garantir infraestrutura adequada às unidades habitacionais financiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), a CAIXA efetuou amplo diagnóstico dos imóveis por ela financiados, situados em áreas de maior incidência de reclamações por parte dos moradores. O resultado da análise revelou que esse tipo de ocorrência está mais relacionado aos imóveis os quais a CAIXA financiou apenas a aquisição ao mutuário final e cuja produção foi realizada com recursos próprios dos construtores, principalmente em áreas afastadas e desprovidas de pavimentação.
Por conta disso e com o objetivo de preservar a qualidade dos imóveis financiados pelo PMCMV, bem como das condições de moradia das famílias, a CAIXA suspendeu a recepção de novos pedidos de financiamentos nos casos em que a produção dos imóveis não foi por ela financiada e naqueles em que as unidades estavam localizadas em áreas desprovidas de infraestrutura adequada.
Em um primeiro momento, para não prejudicar as famílias que haviam adquirido essas unidades e que estavam com o pedido de financiamento deferido até 11/02/2011, foi autorizada a continuidade da tramitação dessas propostas, porém, a CAIXA adotou providências para minimizar o risco de eventuais falhas construtivas não facilmente percebíveis.
Concluída mais uma etapa do diagnóstico, a CAIXA estabeleceu regra de transição que vigorará no período de 28/02/2011 a 30/06/2011. Portanto, desde que atendida uma série de pré-requisitos, todos eles voltados para preservar a qualidade e condições de habitabilidade do imóvel, as unidades da CAIXA estão autorizadas a recepcionar novas propostas de financiamentos cuja área ainda não esteja dotada de pavimentação. Parte dessas regras já era regularmente exigidas antes da suspensão da recepção dessa modalidade de propostas.
O deputado Mauro Mariani saiu satisfeito da reunião, pois, segundo ele, "a CAIXA mostrou que sua maior preocupação é com a qualidade da execução das obras". O parlamentar aproveitou para destacar que 43% das ruas de Joinville – maior cidade de Santa Catarina, e uma das mais ricas do País, não são pavimentadas. "Se for mantida essa regra (da exigência de ruas pavimentadas), paralisa tudo, os ajustes vão gerar insegurança na população. Esse prazo foi bom, mas precisamos continuar discutindo o assunto", enfatizou.
Para o deputado Ronaldo Benedet as exigências têm que existir. "Temos que ter um padrão de construção, mas nesse momento o nosso maior problema é a nova regra que exige ruas pavimentadas. Nós temos até junho para discutir junto com o Governo Federal e a Caixa Econômica esse assunto, pois precisamos fazer o melhor para a população", afirmou.
A regra da transição valerá somente para os imóveis concluídos e em produção, cujo pedido de financiamento seja protocolado nas agências da CAIXA até 30/06/2011. A partir da referida data somente serão acatados, para análise, propostas de financiamento de unidades habitacionais que atendam a todas as exigências mínimas estabelecidas pela CAIXA. O documento que contém essas exigências estará disponível no site e em todas as agências do banco.
Terminado o período de transição, a CAIXA reavaliará a questão e, dependendo do caso, poderá optar por regras diferenciadas de acordo com a região ou do porte do município, porém, em hipótese alguma irá transigir em itens que possam fragilizar a qualidade, a segurança e as condições de habitabilidade do imóvel.

1)   Existência de vias de acesso e de circulação segura e transitável;
2)   Comprovação técnica ou declaração do município de que o imóvel está inserido na malha urbana;
3)  Existência de responsável técnico (ART), mesmo naquele caso em que esta exigência é dispensada pelo Poder Público Municipal;
4) Memorial descritivo, em modelo-padrão CAIXA, devidamente assinado pelo responsável técnico;
5)  Laudo de vistoria específico, com foco em itens essenciais de qualidade e segurança, que será realizado por técnico autorizado pela CAIXA, de forma complementar a vistoria/avaliação que regularmente é realizada nas demais operações;
6)   Entrega, aos compradores, de Cartilha de Orientação ao Adquirente;
7)   Declaração de ciência dos adquirentes quanto às condições de infraestrutura do imóvel.

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/

É vai dar pano pra manga ainda! E eu fico no aguardo!

terça-feira, 1 de março de 2011

Novas regras para o “Minha casa, minha vida”

Verba só será liberada se o endereço tiver ruas de acesso, circulação segura e transitável. Imóveis que estiverem concluídos até o dia 30 de junho ainda recebem o financiamento.

Daniella Faria/ON

A Caixa Econômica Federal alterou algumas regras para a liberação do financiamento de casas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”. A principal alteração foi que não seria mais liberada verba para residências que iriam ser construídas em ruas que não tivessem acesso ou pavimentação. Devido a quantidade de reclamações, o banco resolveu fazer uma modificação e abriu exceção onde os imóveis que já estiverem concluídos até o dia 30 de junho ainda receberão o dinheiro.
Para uma cidade com o porte de Passo Fundo a situação é preocupante, uma vez que os terrenos que se encaixam no padrão do Programa estão disponíveis em bairros que geralmente não tem pavimentação, como Santa Marta, Professor Schissler e Xangri-lá. Para o construtor Plínio Donassolo, agora haverá dificuldade em conseguir terrenos ao preço que possibilite a obra. A restrição dos valores inviabiliza a construção. Já o construtor Galileu Giacomini ressalta que a prefeitura vai ter que fazer investimentos nas vilas para que as pessoas consigam ser beneficiadas com o financiamento.

Novas Regras

1)   Existência de vias de acesso e de circulação segura e transitável;
2)   Comprovação técnica ou declaração do município de que o imóvel está inserido na malha urbana;
3)   Existência de responsável técnico (ART), mesmo naquele caso em que esta exigência é dispensada pelo Poder Público Municipal;
4)   Memorial descritivo, em modelo-padrão CAIXA, devidamente assinado pelo responsável técnico;
5)   Laudo de vistoria específico, com foco em ítens essenciais de qualidade e segurança, que será realizado por técnico autorizado pela CAIXA, de forma complementar a vistoria/avaliação que regularmente é realizada nas demais operações;
6)   Entrega, aos compradores, de Cartilha de Orientação ao Adquirente;
7)   Declaração de ciência dos adquirentes quanto às condições de infraestrutura do imóvel.

Exceção: O pedido de financiamento para imóveis novos, já prontos deve ser protocolado até o dia 30 de junho. Após essa data, a Caixa Econômica Federal informa que poderá adotar regras diferenciadas, de acordo com a região ou o tamanho do município. Exigir segurança e infraestrutura básica é o mínimo que o morador deve exigir do governo e de um imóvel financiado pelo governo.

Justificativa
O objetivo das mudanças é evitar problemas construtivos e garantir infraestrutura adequada às unidades habitacionais financiadas pelo Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Para chegar a essa conclusão, a Caixa efetuou amplo diagnóstico dos imóveis por ela financiados, situados em áreas de maior incidência de reclamações por parte dos moradores. O resultado da análise revelou que esse tipo de ocorrência está mais relacionado aos imóveis financiados apenas a aquisição ao mutuário final e cuja produção foi realizada com recursos próprios dos construtores, principalmente em áreas afastadas e desprovidas de pavimentação. Por conta disso e com a finalidade de preservar a qualidade dos imóveis financiados, bem como das condições de moradia das famílias, a Caixa suspendeu a recepção de novos pedidos de financiamentos, naqueles casos em que a produção dos imóveis não foi por ela financiada e em que as unidades estavam loca lizadas em áreas desprovidas de infraestrutura adequada.

Fonte: recebido por e-mail

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Regras do programa ‘Minha casa, minha vida’ sofrem novas alterações


Saíram novas regras para o financiamento de imóveis populares. Na semana passada, o 'Bom Dia Brasil' mostrou que, sem infraestrutura, o crédito não era liberado. Imóveis em ruas sem asfalto voltam a ser financiados pelo programa “Minha casa, minha vida”, pelo menos, até o dia 30 de junho – isso apenas se o imóvel já estiver concluído.
A decisão do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal de parar com o financiamento de casas construídas em ruas sem infraestrutura básica provocou muita reclamação de empreendedores, que ficaram com imóveis encalhados, e de quem queria comprar esses imóveis. Agora, todos ganharam um tempo para se adaptar à exigência.
A casa era nova, pronta e com comprador interessado, mas estava difícil de fechar negócio.
“O problema era igual para todos, porque eu não posso vender e a pessoa não pode comprar. A pessoa visa assim: é a oportunidade que eu tenho, do meu sonho, de comprar minha casa, eu estou contemplado com uma carta de crédito, mas não vou poder comprar, porque a cidade não tem asfalto”, comentou o construtor Ivan Luiz de Souza e Silva.
A Caixa Econômica Federal não financiava mais a compra de imóveis em ruas sem pavimentação, mas resolveu fazer uma nova regra. A partir de hoje, quem estiver interessado nessas casas pode voltar a pedir o empréstimo.
O dinheiro só será liberado com algumas condições: o endereço tem de ter ruas de acesso. Um técnico da Caixa precisa confirmar que o imóvel tem qualidade e segurança. Os compradores vão receber uma cartilha com orientação e precisam assinar uma declaração confirmando que têm conhecimento da falta de infraestrutura na rua onde pretendem morar. O financiamento só vale para imóveis novos, já prontos, O pedido de financiamento só pode ser protocolado nas agências da Caixa até o dia 30 de junho deste ano.
A regra de transição foi anunciada depois que empresários que construíram casas populares com o próprio dinheiro reclamaram. Eles pararam obras e alguns até demitiram funcionários porque, com a exigência do asfalto, os imóveis ficariam mais caros e mais difíceis de vender.
O construtor Helano Nóbrega foi um dos empreendedores que ficaram com contratos suspensos. Agora ele está mais aliviado. “Os construtores vão estar muito mais preocupados e muito mais ligados na questão da infraestrutura. As prefeituras também vão trabalhar em conjunto, e a gente tem um tempo para se adaptar”, comentou.
Após o dia 30 de junho, a Caixa Econômica Federal informa que poderá adotar regras diferenciadas, de acordo com a região ou o tamanho do município. Agora exigir segurança e infraestrutura básica é o mínimo que o morador deve exigir do governo e de um imóvel financiado pelo governo.

Fonte: Bom Dia Brasil

O que ainda me deixa preocupada!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Reciclando ideias!

Pequenos detalhes fazem toda diferença ainda mais quando o detalhe for reciclado!
Grandes idéias!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O sonho acabou mesmo ou não?

Uma medida provisória do governo federal mudou as regras do programa Minha Casa, Minha Vida e a um só tempo está tirando o sono de pequenos construtores e milhares de famílias que sonhavam, finalmente, em adquirir a casa própria.
O assunto já foi comentado aqui no blog, sob o título “O sonho acabou” e tem repercutido até hoje nos comentários dos leitores. Em resumo, as novas regras impostas pela MP impedem que mini-conjuntos residenciais sejam construídas em áreas onde não haja ruas com saneamento nem pavimentação.
Em tese está tudo ok, mas o problema é que as mudanças ocorreram no meio do jogo, isto é, quando contratos já haviam sido firmados com os compradores que, claro, contavam com o financiamento da Caixa Econômica Federal. Pelo que agora ficou estabelecido, esse financiamento não será mais possível, até que as áreas sejam devidamente urbanizadas.
Preocupado com a situação dos beneficiários do programa que já tiveram despesas e agora acumulam frustrações, o deputado Efraim Filho resolveu saber diretamente do Ministério das Cidades quais as repercussões dessa medida provisória em relação aos projetos que já estão em andamento.
O deputado encaminhou ao ministério os seguintes pedidos de informação:
1) As novas regras do Programa Minha Casa, Minha Vida, inviabilizam a construção em áreas que não estejam calçadas, urbanizadas?

2) As pessoas de baixa renda que sonharam com a Casa própria e os pequenos construtores que confiaram no Programa de Governo e já tiveram despesas, como ficariam com esta nova orientação do Governo Federal? Existem medidas para ressarcimento dos prejuízos causados pelas novas regras ?

3) Quais os efeitos destas novas regras com relação aos contratos vigentes? A aplicabilidade das regras anteriores continuarão sob vigência?

4) Em termos de abrangência do referido programa de Governo, qual o impacto em relação a redução da oferta de imóveis em virtude da aplicabilidade destas novas regras?

5) O programa ficará restrito apenas as cidades com boa infraestrura e saneamento básico adequado? Quais os limites e condições trazidas pelas novas regras?
6) Qual os efeitos das novas regras em relação as construções em andamento?
Efraim poderia ainda ter acrescentado outras questões. Por exemplo: como as prefeituras liberam um alvará de construção em áreas inapropriadas? De quem é, afinal, a obrigação de pavimentar ruas e construir rede de esgotos? E, pra terminar: porque esta restrição só aparece agora que o Minha Casa, Minha Vida já está em pleno andamento?
Esperemos que o Ministério das Cidades responda.

Via: Blog do Arnaldo!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Água fria no Minha Casa, Minha Vida

Rua Vittielo: há uma semana, local em Linha Santa Cruz estava no programa do governo federal. Agora, está fora
Instrução normativa baixada pela Caixa Econômica Federal (CEF), na semana passada, jogou um balde de água fria em muita gente que planejava construir pelo programa Minha Casa, Minha Vida. A instituição está autorizando apenas projetos em ruas pavimentadas, o que deve afastar diversos interessados no empréstimo.
O programa foi criado pelo governo federal com o objetivo de reduzir o déficit habitacional do País, oferecendo oportunidade de aquisição de casa ou apartamento com prestações proporcionais à renda. Como o valor liberado não é alto, muitos interessados buscam terrenos em locais menos valorizados, de forma a garantir, com o empréstimo, a compra da área e a construção. Como a CEF passou a exigir que os locais tenham toda a infraestrutura, inclusive pavimentação, muitos acabarão de fora.

O assunto está gerando reclamações em todo o Brasil e já existe uma mobilização para que a exigência seja alterada. Segundo o presidente da Sociedade das EmpresasImobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc), Ildor Rosa, muitos negócios serão inviabilizados. “Houve uma precipitação por parte da Caixa. As regras não poderiam ter sido alteradas sem que fosse dado um prazo maior.”

ORIENTAÇÃO

Ontem, Rosa reuniu-se com a gerência da CEF de Santa Cruz. A informação que recebeu é de que os projetos que estavam prontos para serem assinados, até segunda-feira, terão andamento normal. Os que estavam apenas com a documentação encaminhada terão que se adaptar à nova regra.

O gerente da Caixa, Paulo Schüncke, disse que está aguardando orientações da superintendência da instituição. Só então poderá dar uma informação mais objetiva sobre a questão. Em Santa Cruz, a norma atinge apenas os projetos individuais. Os condomínios com obras em andamento estão localizados em áreas que atendem à exigência.

Interessados temem prejuízos

A decisão da CEF de só autorizar obras em ruas pavimentadas está deixando muita gente preocupada. A professora santa-cruzense Neila Escouto Barreto disse que encaminhou a documentação para se habilitar no Minha Casa, Minha Vida em dezembro. Na ocasião, não havia a exigência de que o projeto fosse em rua pavimentada.

Em seguida, foi em busca de terreno que se adaptasse ao empréstimo. Ela assinou contrato com uma imobiliária para pagar o terreno tão logo houvesse a liberação do dinheiro. Ao mesmo tempo, já contratou engenheiro para elaborar o projeto da sua futura casa. Agora, está apavorada, pois não sabe se será ou não contemplada pela Caixa.

O terreno de Neila fica na Rua Octávio Vittielo (sem pavimento), em Linha Santa Cruz. Disse que já gastou um bom dinheiro no projeto de engenharia e na documentação para se inscrever. Na mesma rua, existem casas prontas que foram financiadas pelo programa. “Acho um absurdo que a regra mude de um momento para o outro. Até a semana passada, podia. Agora, não mais. As pessoas não podem ser prejudicadas desta forma.”

Fonte: Gazeta do Sul  - 23/02/2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu quero!: Babei

Navegando pela internet esses dias encontrei essa linha de cooktops super styles que simplismente me apaixonei!
Quero muito um de poá!
Imaginem aquele vermelho em um tampo de granito total black?!?!?
Vem em 5 versões e em 9 cores e estampas diferentes.

A Marca é CasaVitra,  que surge para atender as necessidades para ambientes residencial e corporativo de um público cada vez mais exigente e que busca produtos que aliem beleza e sofisticação à praticidade de uso de forma acessível. 

Para ver mais acesse: http://www.casavitra.com.br/

Segmentos


Dot Preto (ref. E10E56.507)
  • COOKTOP 2 BOCASCooktop 2 Bocas
    Disponível em configuração de queimador de chama rápida e com 3 estampas diferentes.
  • COOKTOP 4 BOCAS (RÁPIDO)Cooktop 4 Bocas (Rápido)
    Disponível em configuração de queimador de chama rápida e com 9 estampas diferentes.
  • COOKTOP 4 BOCAS (TRIPLO)Cooktop 4 Bocas (Triplo)
    Disponível em configuração de queimador de chama tripla e com 9 estampas diferentes.
  • COOKTOP 5 BOCAS (RÁPIDO)Cooktop 5 Bocas (Rápido)
    Disponível em configuração de queimador de chama rápida e com 9 estampas diferentes.
  • COOKTOP 5 BOCAS (TRIPLO)Cooktop 5 Bocas (Triplo)
    Disponível em configuração de queimador de chama tripla e com 9 estampas diferentes.

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